te amo

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quinta-feira, 29 de setembro de 2011


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São espumas que rolam, que
Vagam perdidas, se perdem no chão
São nevoas puras que envolvem a paisagem
Do morno verão

São aguas da chuva, que rolam
Em meu corpo num doce arrepio
São beijos cálidos que aquece minha alma
Em dias de frio

Emoções que navegam nas
Mansas águas da praia de um mar
Sutileza das petalas que tremem
Tranquilas em pleno luar

São versos quem cantam em
Íntimos momentos a felicidade
São doces lembranças que voam
Nos ares deixando saudade

São plumas tão leves que a brisa
Transporta para nenhum lugar
São lindos começos...
São medos contidos de não te amar

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sábado, 17 de setembro de 2011



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Procurei sorrir para alegrar minha vida

Quando amarga era a marca em meu peito

E, sendo difícil sorrir nas horas de dores

Com os lábios e o coração fiz um preito.



Procurei incansável preservar a alegria

E com ela ouvidar os mais rudes martírios.

Os jardins da vida são como os das flores,

Que possuem ervas entre os mais belos lírios.



Procurei preservar as flores da honra

E revelar um método para tudo decifrar

Quanto mistério cercava minha vida

Em cada gesto, pensamento, cada olhar.



Procurei ser sensível ao olhar para todos,

Quão sensíveis são as pétalas de uma flor

Prossegui buscando em românticas poesias

O sentido e a força do mais puro amor.



Procurei descobrir o segredo da lua

Que solta no espaço, é terna e calma

Consegui apenas a inspiração

Que  sempre será parte da minh’alma.



Procurei descobrir meus sentimentos

E com eles ser um simples poeta.

Queria ser como todos os ventos, que

Por um momento seguem a mesma reta.



Procurei fazer parte do colorido das rosas

E ao mesmo tempo da matinal garoa

Que embalada pelo vento suave e frio, vai

Caindo borbulhantes sobre a azul lagoa.



Hoje, procuro conquistar as lembranças

Mas o passado às vezes se torna obscuro.

Tenho medo de acabar me esquecendo

Da lunar claridade do meu futuro.
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terça-feira, 13 de setembro de 2011


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poesia vencedora do concurso nacional de poesias fafimam mandaguari

Ao olhar uma nuvem suspensa no tempo

A vagar sob a lua tornando se ausente

Dilacerando seu corpo pela ação do vento

Como as ondas do cetim que envolve o presente.



Ao desbotar o plenilúnio no romper da Alba

Ao desatar do nimbo sobre a brisa gelada

Que dissolve a bruma, tão leve, tão alva.

Como uma vida frágil que foi violada.



É o luar macio que brilha, mas não aquece,

Que enfeita a noite com flores a bailar.

Ante a força do terral apenas parece,

Uma pequenina ave aprendendo a voar.



A firmeza da luz da lua, sobre uma noite calma

Abandonando seus raios, deleitando-nos com ternura

Como pacto de amores florindo a nossa alma.

Exprimindo paz e afeto, enleados a doçura.



Ao despir a noite da negritude da noite escura

Como nascer de plumas n’alguns pássaros adormecidos

A banhar de luar a parte térrea obscura

O céu decorado de estrelas são pingos d’ouro esquecidos.



 O brilho prateado que denota vida e se torna sublime

Desde os tempos mais remotos em beleza se resume

Igual a uma rosa , que em vida apenas exprime

O encanto da poesia, resumidas em perfume.



Ao refletir seu brilho, no espelho d’água cristalina

Tremeluzindo tranqüila, formando um barquinho lunar,

Como o eco da seresta a janela d’alguma menina

Que rompe o silencio da noite e a ela procura acordar.



Como um lírio, a balançar num campo aberto

É a beleza que balança, no peito, o coração.

Emoção que nos faz andar pela estrada deserta

É o luar límpido e puro, é ele que inspira paixão.



O arrebentar de uma onda na rocha, espumante

Como coração apaixonado se parte no peito

É força incontrolável. Pungente, pujante...

É coisa por demais linda, sonho mais que perfeito.



Ao descansar meu corpo sobre a relva verdinha

Olhando a lua cheia, amiga muda no espaço infinito.

É como se pudesse tocá-la, é como se fosse minha

É o lar de Deus no universo, é um astro muito bonito.



No decorrer da noite quase luminosa e serena

No campo puro celeste, brilho iriante a cintilar

Larga infinidade de estrelas lindas e pequenas

A projetar dúbia claridade sobre os encantos do luar.

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