te amo

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domingo, 2 de outubro de 2011


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Há tempos,  em que choramos nesta vida por não

Encontramos na vida, todos os tempos disponíveis a felicidade

Mas, há tempos em que sorrimos para vida, porque vemos

Que nem tudo que se passa nesta vida, e pesadelo



Há tempos, em que os cerca, futilmente

Não nos apresenta êxito, as coisas parecem banalidade

Mas há tempos em que a maior felicidade se faz das coisas

Pequenas-a menor, talvez- como se fosse um mero fio de cabelo



Há tempos em que os jardins parecem estar sem vida, e

Que por mais que procuramos, não existe sequer um botão.

Mas, há tempos em que Deus parece morar entre as plantas

Dos jardins, pois a mais simples pode apresentar uma flor.



Há tempos em que o maior dos sonhos que temos

Parece murchar entre as flores que perduram no coração,

Mas, há tempos em que os sonhos se condensam no peito

Transformam-se numa estrela, a qual, chamamos de amor.



Há tempos em que para encontrarmos a felicidade

Temos que vencer rochas, despedaçando cada pedaço.

Mas há tempos em que permitimos juntar os sonhos, o amor

E a própria felicidade, no calor afável de um só abraço.



Pense apenas que ainda temos tempo

Tempo de conhecimento...

Cada tempo... Em seu momento.
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sábado, 17 de setembro de 2011



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Procurei sorrir para alegrar minha vida

Quando amarga era a marca em meu peito

E, sendo difícil sorrir nas horas de dores

Com os lábios e o coração fiz um preito.



Procurei incansável preservar a alegria

E com ela ouvidar os mais rudes martírios.

Os jardins da vida são como os das flores,

Que possuem ervas entre os mais belos lírios.



Procurei preservar as flores da honra

E revelar um método para tudo decifrar

Quanto mistério cercava minha vida

Em cada gesto, pensamento, cada olhar.



Procurei ser sensível ao olhar para todos,

Quão sensíveis são as pétalas de uma flor

Prossegui buscando em românticas poesias

O sentido e a força do mais puro amor.



Procurei descobrir o segredo da lua

Que solta no espaço, é terna e calma

Consegui apenas a inspiração

Que  sempre será parte da minh’alma.



Procurei descobrir meus sentimentos

E com eles ser um simples poeta.

Queria ser como todos os ventos, que

Por um momento seguem a mesma reta.



Procurei fazer parte do colorido das rosas

E ao mesmo tempo da matinal garoa

Que embalada pelo vento suave e frio, vai

Caindo borbulhantes sobre a azul lagoa.



Hoje, procuro conquistar as lembranças

Mas o passado às vezes se torna obscuro.

Tenho medo de acabar me esquecendo

Da lunar claridade do meu futuro.
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